O país em “coma”

Neste mês de outubro completa 10 meses do segundo mandato do governo Dilma. Quase sete anos de má gestão lulopetista adotando o mesmo “novo modelo econômico”. O desastre se amplia.

A intervenção e o aparelhamento do estado conseguiram produzir uma aberração orçamentária cujas despesas não cabem no PIB.

A situação é dramática e empurra o país para o caos econômico, ético e político.

Graças às independência e autonomia dos institutos legais do país, conseguiu-se evitar uma possível ruptura institucional.

O governo se esfarela perdendo o resto de credibilidade e levando consigo, a desgastada figura do ministro Levy.

Marcados pelo cinismo, incompetência e corrupção endêmica, o lulopetismo, causador desta triste realidade em que vive o país, luta desesperadamente para permanecer no poder. Não conseguirá seu intento!

Atrás das “pedaladas fiscais” criminosas sugeridas e arquitetadas pelo Sr Adams e seu grupo íntimo, a governante escondeu os números reais da economia que revelariam, após sua reeleição, o tamanho do rombo das contas públicas. O desequilíbrio fiscal já se aprofundava, embora escondido pelas pedaladas do grupo palaciano.

A presidente foi reeleita graças às manipulações geradas, na sua administração, que caracterizaram a fraude eleitoral.

Sujeita às penalidades legais que poderão levá-la à perda do mandato para o qual foi eleita, seus colaboradores, sem nenhum pudor, usam da chicana na tentativa de alterar o curso do processo junto ao Tribunal de Contas.

Trata-se de uma tentativa ridícula, caracterizando um movimento típico bolivarianista, que desrespeita o pleno regime democrático que a sociedade brasileira elegeu.

A base de sustentação política da presidente evaporou-se e é confirmada pelas pesquisas de popularidade que continuam devastando a sua imagem pública.

Após apresentação do orçamento para 2016, com um déficit superior a R$ 30bilhões, tenta o palácio colar os cacos da desunião dos partidos políticos que a apoiavam.

Busca reestruturar sua base de apoio, com um discurso constrangedor. Admite uma pálida “mea-culpa” que não condiz com o tamanho do “tsunami” gerado por ela e o lulopetismo, na economia brasileira.

O mecanismo usado para aglutinar forças a seu favor, tem o mesmo vício do passado, facilitado pela relação obscena entre executivo e legislativo ignorando, para atingir seus fins, quaisquer princípios morais republicanos. A cooptação e a falta de comprometimento com o futuro do país, consolidam o irresponsável formato do “toma lá da cá”.

O governo continua sem um projeto, buscando nas relações oportunistas o seu objetivo final. Permanecer no poder a qualquer custo.

A sociedade já entendeu que a mediocridade destes dirigentes lulopetistas se resume na cleptocracia, nas negociações espúrias, nas promessas fáceis e jamais cumpridas, com o objetivo de salvar a sua visível e trágica derrota iminente.

Os lances esquizofrênicos dos atuais donos do poder traduzem o despreparo e o desespero em que se encontram. Prova está, na intenção já reprovada pelos setores produtivos, a recriação da CPMF.

A sociedade indignada não se deixa mais iludir pela ladainha desses incansáveis vendedores de sonhos irrealizáveis.

O caminho já está traçado.

Os Juízes Federais, Ministério Publico e Polícia Federal, Procuradores da República e Ministros do Tribunal de Contas já provaram seu compromisso com a responsabilidade, a independência e a dignidade das suas funções, para impor o fim definitivo dos atos de improbidades realizados pelas poderosas forças emanadas nos porões do Planalto.

Os institutos jurídicos responsáveis e legalmente constituídos, exercem na sociedade o papel disciplinador. Darão aos clamores das ruas e ao Congresso Nacional a legitimidade constitucional, para que os cidadãos comuns e os parlamentares exerçam, na sua plenitude, o direito de indignação contra os atos de corrupção e de irresponsabilidade na condução da política econômica do país pelos seus governantes.

A bandeira que a sociedade exige para os eleitos é o respeito à ética no exercício das suas funções.

A constituição brasileira prevê, até mesmo, a interrupção dos mandatos dos governantes que faltarem ao cumprimento das suas obrigações constitucionais.

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mfpc

Manoel Francisco Pires da Costa 
Diretor-presidente do Diarionet Comunicações.

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