O momento é agora

Já há alguns anos criticávamos o relacionamento obsceno entre os poderes executivo e legislativo do nosso país.
Nos referíamos ao toma lá da cá, que ocorriam nos porões imundos do planalto, configurando o aparelhamento do Estado.
Hoje, continuam acontecendo os mesmos fenômenos sem nenhum pudor, em suítes de hotel de luxo, a poucos metros do palácio.
Mais grave ainda! É do conhecimento público e confirmado pelos próprios participantes da “feira livre”, promovida por lideres do PT, em nome do governo.
A imprensa tem publicado que o grupo instalado no referido hotel passa a oferecer, compra de votos contra o impeachment, pagando em dinheiro e com valores estabelecidos em tabelas pré-definidas.
Diz a imprensa que os valores seriam de um milhão de  reais pela compra do voto e pela ausência do parlamentar, quando do escrutínio, quatrocentos mil reais.
Fazem parte deste pacote no balcão de trocas, ministérios e ofertas de vagas para os segundo e terceiro escalões da maquina pública.

O desespero em que se encontram os detentores do poder, é visível.

Vivemos em uma democracia sendo que, no modelo político adotado, a improbidade e o descaso são vistos com absoluta tolerância.
Os usuários desses vícios imorais praticam um verdadeiro escárnio contra a sociedade brasileira.

Não é possível nos conformar que crápulas agarrados ao poder possam reconduzir um ex chefe de Estado para dentro do palácio, para fugir da justiça curitibana e eventualmente, recriar esquemas semelhantes aos mensalões e petrolões.

Empresas públicas foram saqueadas, fundos de pensão foram roubados e o país transformado em um caos econômico e moral.

A alternativa que a sociedade tem, é o impedimento de Dilma. É o impeachment da personagem pública desmoralizada e incapaz de continuar exercendo o poder.

A conta deixada na casa de tolerância em que se transformou a república, tem que ser assumida e quitada exemplarmente, pelos causadores dos maiores escândalos político, moral e financeiro do país.

A situação em que vivemos é de terra arrasada.

O que testemunhamos é uma recessão profunda, é o abandono dos sistemas de educação e saúde do país, é o desemprego hoje na casa dos dez milhões de brasileiros e a eliminação de postos de trabalho todos os dias.
É o país exposto ao ridículo nas relações internacionais. É o país paralisado e sofrendo a maior recessão da sua história.

Os déficit fiscais de 2015, 2016 e provavelmente 2017 se constituem na prova concreta da falência do Estado.

A credibilidade dos atuais mandatários é zero e, com sua base política destroçada, não têm mais condições de governabilidade.

O povo está nas ruas e clamam, já de muito, pelas mudanças . O momento é agora. O tempo é contra o cidadão sedento por trabalho e segurança.
O Brasil não merece continuar a ser violentado pelos cinismo, mentira, incompetência e corrupção.

Se faz portanto urgente, o impeachment de Dilma e uma ampla reforma administrativa para desmontar o aparelhamento de Estado praticado pelos lulopetistas, encastelados na administração pública.
Passemos o país a limpo fazendo justiça, em consonância com as regras constitucionais, em prol do Brasil.

Os fatos delituosos existem e já foram reconhecidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Portanto é necessário apenas a aplicação da lei maior pelo Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal.

“IMPEACHMENT JÁ”

________________________________________________________________

mfpcManoel Francisco Pires da Costa é diretor-presidente do Diarionet Comunicações.

https://manoelpiresdacosta.wordpress.com/

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: